Judas Priest – Rio de Janeiro, 14/11/2008

A primeira coisa que chamou atenção (acredito que não só minha) quando do anúncio da vinda do Judas Priest para o Rio de Janeiro foi o valor do ingresso: R$ 140,00 o mais barato. Enfim, com uma carteirinha de estudante não ficou tããããõ caro, mas, ainda assim, inegavelmente salgado. Beleza. Fã é fã (que não sei se é bem o meu caso. Nunca fui um grande fã do Judas. Sempre gostei bastante e tentei, na medida do possível, acompanhar o trabalho e a carreira dos caras). Mas, quando percebi, estava comprando o ingresso para assistir a banda pela terceira vez (!?!). Não me arrependo. Muito pelo contrário.

O show foi, assim como os outros dois a que assisti, muito bom e supriu minhas expectativas: ouvir uma boa e competente banda de som pesado em alto e bom som. Guitarras em fúria, vocais acima da média e músicas muito boas e muito bem executadas por uma banda que caminha para os seus 40 anos de existência (sem perder o gás).

A banda em si é uma atração à parte: Rob Halford com seus trejeitos e jogos de cena ainda convence (e muito) ao vivo: sua voz estava melhor do que na última apresentação que assisti; a dupla K.K. Downing e Glenn Tipton ainda dá conta muito bem do recado e lembra a gente quem inventou o que, como e quando; Ian Hill é o pai da postura do Tom Araya do Slayer e, só por isso, já seria digno de nota, mas a constância de sua figura ao longo da história do Judas – ele é um dos fundadores da banda – não é qualquer coisa e o cara, mal o bem, sempre segurou a onda; Scott Travis é sempre competente e contribui para a parede sonora que preenchia o palco.

O ponto alto do show foi o repertório inusitado, cheio de boas surpresas: The Sinner, Green Manalishi (cover do Fleetwood Mac), por exemplo, além da recente Angel. O disco que deu origem à presente turnê da banda, Nostradamus, não foi muito explorado O ponto baixo foi a execução do clássico painkiller: os vocais de Halford e a performance da banda como um todo deixaram muito a desejar nessa canção em particular. Vai entender…

No mais, um ótimo show de som pesado com tudo o que se pode esperar de tal tipo de apresentação, coroado com a sempre fascinante entrada de Halford encima de sua moto, com fotos e autógrafos após o show (ma das fotos nas quais apareço ilustra esse post: eu e o grande K.K. Downing) e a companhia de pessoas que sempre tornam tudo melhor.

Another night to remember.

imagemjudas_041

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~ por tarsodoamaral em 25/11/2008.

2 Respostas to “Judas Priest – Rio de Janeiro, 14/11/2008”

  1. Na fotinha só vejo dente!!! … hehehe … muito bom rapa!!

  2. Foi muito maneiro mesmo.
    Parece besteira (e é, na verdade), mas é muito maneiro.
    t+!

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